O riso alivia


Sorriso, ora discreto, ora extravagante.

de-bracos-abertosEle alivia o dia pesado, por horas trabalho, em uma simples conversa de dois corações que se unem em um só desejo: nunca se afastarem.

O riso abrevia a dor, leva o tédio, promove o amor, em pessoas que querem o bem.

A alegria demonstrada no sorriso, acolhe, envolve, faz horas passarem e a mente mais leve ficar.

Sorria.

Há um longo dia pela pela frente…

Thiago Rocioli

Aprendemos a viver, vivendo…


É fundamental não nascermos sabendo nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse, mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…

BEBÊIsso não ocorre com gente, mas com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo. Eu, no ano 2013, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, não no presente.

Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”

Mário Sérgio Cortella, filósofo