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Recorte

Quem já experimentou, nunca reclamou. E a auto-estima em alta, permite com que eu ria muito sozinho desta foto. Volto em breve!

Thiago Rocioli

Voltei

A quem possa se interessar, voltei ao facebook. Motivos óbvios: o mundo respira redes sociais,  além dos  meus amigos me cobraram o tempo todo pelo retorno.

Hoje, voltei. A gente se encontra lá.

Thiago Rocioli

Eu sou…

Sou um risco,
Um Rabisco,
Um Rascunho inacabado.

Sou a Alegria constante,
Às vezes com o Riso distante.
Um poema a ser Completado.

Thiago Rocioli

Pra descontrair…

…afinal hoje é Sexta-Feira! Mexendo nos arquivos, eis que encontrei uma (velha) arte que fiz, um dia! Caí na gargalhada.

Na foto, Matheus Vidal e Thiago Rocioli. Foto de Larissa Abrahão – melhor fotógrafa da minha turma de amigos.

Thiago Rocioli

É hora de recomeçar

Não estranhe pela foto. O clima parece depressivo mas não condiz com a realidade, sabia?! Existe aqui, dentro de mim, uma criança que vibra em alegria, mesmo quando a tristeza bate à porta.

Escrevi uma carta esses dias. Sem destinatário. Talvez fosse eu mesmo quem devesse ler tudo aquilo. E colocar em prática, quem sabe. Conseguiria? Certamente. Há uma força em mim capaz de superar diversos obstáculos. Minha ignorância que, burra como é,  vive subestimando-a.

Se as fases da vida fossem como páginas, haveria muitas para eu virar. Ou até  rasgar… Mas eu não teria coragem. Deixaria ali como uma espécie de monumento em memória a minha ingenuidade. Até porque, vai que um dia eu precise ler o manual do que não devo fazer.

Prefiro assim, viver os altos e baixos, sentir o frio na barriga, mas sempre seguir em frente. Com ou sem medo. Virei a página da dor que irradiava. Ainda existem muitas páginas a serem preenchidas, risadas a serem compartilhadas com pessoas que poderão vir a ser, para mim, essenciais. Aventuras fantásticas que estão a um acaso de acontecer. Eu sinto.

Não tenho pressa em saber o final dessa história. Ansiedade não ajuda em nada. Só desejo que tudo isso vale, de fato, a pena. Então vamos lá…

Thiago Rocioli 

Novo cabeçalho

Aí está. A foto que ilustra o cabeçalho do blog foi retirada em frente a Rádio Canção Nova, em Cachoeira Paulista, interior paulista, durante o Hosana Brasil 2011. Estilo despojado, de braços abertos para as boas energias deste ano novo. O registro foi realizado pelo meu ouvinte (e leitor do blog) Emir. O sobrenome dele não recordo, mas o crédito está dado.

Thiago Rocioli

Pois bem, saí

Cansei de você e saí. Um dia volto. Ou não. Quem sabe. Até lá, fica como está.

Thiago Rocioli

Humorista Evandro Santo está a procura do pai

Uberaba não é a cidade onde nasceu Evandro Santo, ator intérprete do personagem Christian Pior, do programa Pânico na TV, mas foi na cidade mineira  que ele passou grande parte de sua infância, antes de se mudar para São Paulo aos 15 anos. Filho de mãe solteira e pai cuja a identidade nunca soube, Evandro não encontra dificuldades em assumir sua homossexualidade e utiliza do personagem na TV para dar um pouco mais de humor e leveza à temática polêmica.

Christian Pior ridiculariza os pobres com bordões do tipo: “você que é pobre e não sabe o que é um vestido Valentino, joga no Google, bem”.

Evandro Santo, de 32 anos, estudou dança, teatro e comédia. Se especializou em humor de festas, telegramas animados, animações e teatro empresarial.

Nesta terça, este blogueiro ganha a estrada e visitará Uberaba. No clima da viagem, resgato aqui uma entrevista que fiz com o ator meses atrás. Trechos inéditos serão reproduzidos na sequencia.

Sucesso na TV, o Christian Pior é conhecido por ridicularizar os pobres. Você utilizou suas raízes para compor o persongem?

Claro. Sou de uma família muito simples. Minha mãe é cabeleireira. Meu pai eu nunca vi na vida. Comecei a trabalhar muito cedo, ajudava em casa, pagava água, luz, gás. Já em São Paulo, quando fui trabalhar em festa de gente rica, eu aprendi muito. Você absorve coisas desse universo.

Qual época da sua vida que de fato faltou grana?

Dos 15 aos 17 anos. Mas nessa época eu era adolescente, então tudo era muito bom. Sua coragem e ousadia são maiores, sua a fome é menor. O largo do Paissandu é lindo, andar de metrô é legal..Fazia dança, posava nu para escola de arte e com 17 anos comecei a fazer telegrama animado.

E Uberaba? Você não tem mais contato com a família?

Não. Eu não sinto falta. Não adianta você se lamentar pela família que você não tem. Aliás, estou a procura do meu pai. É difícil mudar a si mesmo, imagine mudar sua família. Eu não tenho a família que eu gostaria de ter, por outro lado, eu tenho amigos maravilhosos. Eu sempre fui problemático na escola.. tentei fugir de casa algumas vezes e sempre sonhei com São Paulo. Eu segui uma inquietação de ser artista e deu certo. Com dez anos eu falava que queria ser bailarino. Eu não tinha uma turminha. O sonho deu certo.

Sente falta da cidade?

Eu adorava as baladas. Tenho muita saudade da comida mineira também. Eu me lembro quando passava várias horas do meu dia na Biblioteca Municipal para ler… Bons tempos aqueles.

Uberaba é, relativamente, próximo de Franca, interior paulista. Você já esteve na cidade das três colinas. Quando passou por lá, o que de inusitado fez?

Tudo. Minha vida é inusitada. Adoro Franca. Já fiz muito Magazine Luiza. Amo Frederico Trajando e dona Luiza Helena. Já fiz muito sexo bom em Franca. Já comi carnes nobres em Franca. É uma cidade muito acolhedora. De um povo muito bom…

Você é especialista em fazer os outros rirem. De onde veem tanta inspiração para isso?

Sei lá, é meu charme.  O humor está no ar. Assim como os protozoários, os vírus e as danadinhas das bactérias. Está no cotidiano ou para muitos no ‘cutidiano’. Não sigo regras. Vou até a platéia, peço opiniões, como, bebo. Só não durmo porque no trabalho é feio.

Você não nega que é homossexual. Mas por acaso já beijou uma mulher?

Beijei três em toda a minha vida. E chega.

E a alma gêmea? Não deseja viver um relacionamento sério daqui pra frente?

Pra quê? Com a idade que estou (32) quero mais é aproveitar a liberdade que a vida hoje me oferece. Sem fervos. Não há melhor companhia do que a dos amigos.

O quem tem do Evandro no Christian Pior? Conte um pouco sobre a escolha do nome do personagem, de suas características…

É uma sátira em cima do nome do [estilista francês] Christian Dior, da Maison Dior. O meu Christian é uma bichinha pobre, afetada, pernóstica que quer fazer parte das coisas que ele considera boas da vida. Não entende nada de rico, entende superficialmente de moda e entende tudo de pobre, porque ele é um. O que temos em comum é o senso de humor, a auto-ironia e a visão real da sociedade de consumo. Afe, que sério!

Thiago Rocioli

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