Como escrever em jornal
POR RENATO FARIAH
http://osaprendizes.wordpress.com/
E aee galera algum tempo depois, mas estou por aqui. E quero compartilhar com vcs algo q vi e achei muito interessante (?). Pensem que estamos nos formando e o mercado mtas vezes pode nos colocar diante de um jornal como esse:

Printscreen: Renato Fariah
A primeira vez q eu vi, pensei q fosse brincadeira, coisa do Kibeloco por exemplo, mas não. Pesquisei e vi que é do jornal Meia Hora, do Rio de Janeiro, o 3º mais vendido lá.
Alguns dias depois, a imprensa comentava sobre uma festinha que o jogador Adriano teria ‘dado’ em sua casa, com a presença de travestis e prostitutas. E olha a capa do jornal (lá em baixo com a foto):

Printscreen: Renato Fariah
Mas melhor ainda, que o “que time é teu?”, é a manchete em cima q eu só vi depois: Poliçada baixa o sarrafo na vagabundagem. E como cada vez q a gente olha fica melhor ainda, tem tbem a legenda: Foi para a terra dos pés juntos.
Esse jornal é um clássico. E em cada capa eles se superam. Se vcs tiverem um tempinho vago (tá dificil!), visitem o site do jornal.
A manchete de hoje por exemplo é: Josi cospe no prato que comeu.
That’s All
Renato Fariah
Frase de Efeito
“Estou rodeada de Thiagos, Letícias e Pedras…”, Angélica Tempestade, na tarde de hoje, em referência à lá Teorema de Carlão, a banda Pedra Letícia.
Namoro Moderninho
POR BRUNA SANTINE
Jornalista
O sexo ainda é um tabu em muitas famílias brasileiras, mas em comparação com o tempo de nossos pais, ou 40 anos atrás, o assunto “sexo” era proibido na maioria dos lares. Atualmente existem pais que seguem a tendência e adaptam-se ao pensamento de hoje.
Antigamente existia todo um ritual antes do casamento: conhecer, pedir a mão, namorar, e depois casar. A proximidade era restrita e havia um maior controle dos pais. “As pessoas que tinham relações sexuais antes do casamento eram desvalorizadas, hoje não há mais um compromisso como antes, o casal não se prende um ao outro só por terem se relacionado sexualmente”, lembra a psicóloga Tereza Cristina Martins.
Hoje é normal casais de namorados morarem juntos sem mesmo ter a intenção do casamento. Para os que moram com os pais, levar a namorada ou namorado para dormir em casa é uma cena comum em muitas famílias. “Eu prefiro que meus filhos tragam a namorada ou o namorado aqui em casa do que ficarem na rua”, declara Sandra Araújo, mãe de um casal de adolescentes, que libera a casa para os filhos levarem seus namorados.
Os laços do namoro e do casamento são bem diferentes de tempos atrás. A facilidade com que se separa hoje é bem maior, já que antes a pessoa separada era desmoralizada pela sociedade e atualmente é uma conseqüência normal na maioria dos relacionamentos. Antes era comum o individuo ter relações sexuais somente com seu marido ou esposa e hoje os namorados se relacionam sem saber se um dia haverá um casamento entre eles. “Já tive algumas namoradas e outras que não cheguei a namorar, mas mesmo assim, me relacionei sexualmente. É normal, não tinha a intenção de esperar o casamento e nem elas”, comenta o estudante Felipe Molina, 23 anos, que acha que a liberação sexual já está incorporada a sociedade.
Mas existem pais e jovens que não são educados para essa liberação sexual. Os pais que são criados severamente não têm o costume de conversar sobre sexo com os filhos o que ocasiona no constrangimento, pois não conversam abertamente sobre o assunto. “Fui criada desse modo e não consigo me acostumar com a idéia da namorada do meu filho dormir junto com ele no quarto”, ressalta Lourdes Kersul, dona de casa, que não admite que o filho Luiz Otávio Kersul leve a namorada para dormir em casa.
O jovem agrega o valor passado pelos pais, pela religião, e por isso há jovens que também não concordam com o modo dos novos relacionamentos. “Tenho vergonha até de beijar na frente dos meus pais. Acho que importante haver respeito, pois nunca pensei em levar meu namorado para dormir em casa, concordo com a minha sogra”, brinca Isabela Sarejo, que namora há três anos, Luiz Otávio Kersul.
Segundo a psicóloga Tereza Cristina Martins, houve uma mudança no pensamento da sociedade perante os relacionamentos atuais. “Liberação sexual, falta de compromisso e mudança nos relacionamentos são questões contemporâneas que facilitam a aceitação de um casal de namorado morar junto ou apenas dormir na casa dos pais. E isso, a cada dia, torna-se mais comum”, destaca. Teresa lembra ainda que existem pessoas que não se habituaram a esses tempos modernos e nem por isso deixam de aproveitar seus relacionamentos.
Olho no lancee!

LOUCURA, LOUCURA, LOUCURA manow! Sérgio de Pinho, também conhecido como meu irmão gêmeo (aah, não, sacagem viu!), se estirou no chão para garantir o melhor ângulo em lance do Franca Basquete, no Poliesportivo.
“Do you wanna dance?”
Uhu!
Se a resposta for sim do título deste post, aperta o play aí e som na caixa! A-DO-RO essa música!
Falar de você
POR ANGÉLICA TEMPESTADE
Assessora de imprensa
e poeta
Falar de morte é fácil quando se têm
todas as pessoas que se ama ao nosso redor.
Quando palavras como “sinto muito” ou “eu lamento”
são por nós faladas, e não ouvidas.
Quando o amor que sentimos é maior que o tempo,
que voa, corre contra nós, e leva quem jamais pensamos
ou queremos ver ir embora.
Falar de morte é difícil porque palavras de consolo
não são apenas palavras.
São pontas de facas, me lembrando a todo instante
o que eu não quero pensar, não quero lembrar.
Que você não está aqui. E que não vai voltar.
É difícil falar de morte quando se vive
a cada segundo não querendo viver.
Quando o papel fica em branco e a caneta fica imóvel,
enquanto a alma está escura e o coração está inquieto.
Expressar o que eu sinto é difícil porque eu
não quero sentir nem lembrar o que eu não
me esqueço nem por um segundo.
A dor que eu sinto hoje é a mesma dor que
senti há um ano atrás, e vai ser a mesma dor daqui a dez anos, quando outras pessoas que eu amo forem também embora.
Porque o tempo não cura essa dor,
não acalma essa tempestade,
nem consola esse coração.
Porque o tempo se vai, mas o vento vem,
e espalha a poeira que tanto e sem sucesso eu tento esconder.
Me refugio no que restou de você,
mas me escondo dos seus olhos numa fotografia, porque dói saber a cada dia de uma maneira diferente que a única coisa de fato que restou de você é a sua ausência.
E que, passe o tempo que passar, isso nunca vai mudar.
Tenho medo de um dia, de tanto querer esquecer a dor que hoje me corrói, esquecer também do seu sorriso, sua presença, seu afeto, seu sorriso, o meu sorriso……
Simples Assim…
“Foi assim, como ver o mar.
A primeira vez que
meus olhos se viram
no seu olhar”
Todo Azul do Mar, Roupa Nova
Thiago Rocioli por inteiro
POR M. B.M. K.
Circense, atriz, contrarregra,
e poeta nas horas vagas

Thiago garoto
(manhoso, bobo alegre, abusado);
Thiago homem
(Hum… prefiro não comentar, haha);
Thiago gente
(que já sofreu muito mas
não desiste de continuar);
Thiago filho
(eterno milagre);
Thi
(irmão carinhoso e gentil);
o Sô
(aquele amigo pra todas as horas,
aquela pessoa que te recebe de braços abertos
e te faz sentir que nada pode te abalar);
o Sorriso
(o palhaço da turma, ator, extrovertido
e mal compreendido ás vezes);
o Rocioli
(maduro, profissional competente,
que sabe ser sério e o
peso da palavra responsabilidade);
Thiago anjo
(luz, abençoando a vida de muitos);
o Príncipe Thiago
(romântico irremediável, poeta,
companheiro, cortez, que sabe, apesar
das dificuldades, prevalecer
o respeito e a liberdade).
E é juntando tudo isso
que forma o ser responsável
por deixar a minha vida mais feliz.
A pessoa que eu amo, é o Thiago por inteiro
Simples Assim…
“O teu sorriso me transmite paz,
o seu jeito carinhoso me faz
te amar cada vez mais…”
Num Dia de Primavera, Tio Hends
Grazadeus!
Depois de alguns dias ausente por aqui, estou de volta. Grazadeus! Na minha ausência, inclusive, fiquei sabendo que há pessoas que acessam o blog frequentemente. Muito obrigado pelo carinho!
Gennnntéem… dei uma navegada no Youtube e me diverti pra caramba com alguns vídeos. Pra começar, veeeja o Percival, o terapêuta sexual:
Bom demais ele, não? E são tantos erros que acontecem na TV que tem gente (desocupada) que até juntou alguns deles. Olha esse daqui:
Lembra do Cidade Alerta – programa policial (e, claro, popularesco sensacionalista) da Record? Na época, Marcelo Rezende (que já esteve na Globo – Linha Direta – e na Rede TV! – Rede TV! News), apresentava o telejornal. Ele quase locauteou um repórter (inexperiente) no ar. Uma época que qualquer membro da alta cúpula da emissora do bispo Macedo tem vergonha de lembrar.
Tem mais.
Rafinha Bastos, apresentador do CQC, na sua melhor fase, também teve a sua hora. Os melhores momentos de sua performance está aí
Pra encerrar, dá uma olhadinha nesse: o protagonista é o pequeno Ryan (fofo demais! Ashi que gaxinha!). Filho da minha amiga Lindsay, o guri deu show de interpretação. Veja como uma mãe manipula seu filhote a declarar amor pra ela.
Bacana né? Dá pra raxar o bico até… Mudando de assunto, neste sábado tem o show do Roupa Nova, no Castelinho.
Uma Gambiarra só
MelDels.
Como diria o outro lá: Alegria, alegria, alegria…! Mas que alegriiiiaaa! Aoo tchê tchê!!
Estou impressionado com a capacidade capciosa dos sonhos de algumas pessoas. Conheço uma guria que teve um sonho daqueles… de tirar o fôlego… Ui! Depois de ter dado calor nela, durante dança ‘hot’ em estúdio de rádio comunitária, agora um moreno, alto, bonito e sensual tem “atormentado” os sonhos da garota. Segundo ela, o clima na imaginação dela parece que esquentou mais ainda e eles têm se beijado até…
MelDels.
Aaaaaaaaaahhhhhh!!!
A pessoa deve tá explodindo neste momento ao ler tal citação neste espaço.
A pergunta que não quer calar é: vai querer realizar o tal sonho? Ao som de I´m Slave For You, Breath on Me ou Como que Ocê Pode Abandonar Eu???!?!?!
Não sei de nada, não perguntei nada…
E eu que neste domingo acessei o site do messanger e me deparei com algumas fotos de artistas que baladaram neste fim de semana. Entre eles, Suzana Vieira. Ela tem ido frequentemente, inclusive, em uma casa de eventos em São Paulo. Uma gambiarra só.
Funciona assim, os artistas – muitos deles, claro, são pagos para estarem ali (o mundo é capitalista, bein) – vão e tiram fotos, algumas até bizarras com fãs, de preferência coladinhos e elevam o público da casa, enquanto o dono do espaço se enriquecesse e tudo fica lindo.
Por contra partida, quem tira foto com os artistas, joga as imagens no Orkut para se pagar de “viu, eu consegui, eu estive ao lado de um global”. E há quem ainda vai lá e comenta: “Nossa, parabéns” ; “Outro nível hein?!”
Dá uma passadinha lá na Gambiarra. Dizem que o conceituado diretor Wolf Maya tem “participações nos negócios”. É o “responsável” por levar os artistas. Olha que tudo, quer uma dica: vá na tal casa e fique amigo do Wolf. Quem sabe ele não te leva pra Globo…
Wolf Maya, inclusive, que tem um escola de teatro. E quem pagar as mensalidades em dia, tem a chance de no fim do curso apresentar um musical (mas relaxa, não vai ser nada como O Fantasma da Ópera ou Mamma Mia!, tá?).
E o outro lá que quase teve um treco quando ouviu uma adolescente pedir para o irmão mais velho dela tocar, na festa de aniversário dele, a música Like a Virgem, da Madonna, em homenagem ao amigo loiro?!!!! A canção que é um verdadeiro ícone na carreira da ex do modelo Jesus Luz, se tornou praticamente um hino todas as vezes que o tal guri pr0fere alguma palavra.
É, talvez o tal ser, deixa todo mundo se sentindo como uma virgem tocada pela primeira vez.
Uau.
Não paro por aqui.
Algo muuuuiiitooo bizarro me chamou atenção neste fim de semana. Em um estúdio de uma conceituada emissora de rádio, encontrei a seguinte frase: “Proibida a permanência de pessoas neste local”. Que venham os animais então. O jumento que escreveu isso não foi nenhum pingo claro. E se torna uma ofensa.
Pior que o fim de semana foi movimentado na tal emissora de rádio. E muitos visitantes leram a tal frase. De envergonhar.
Pior do que isso, só mesmo a guria querendo explicar para um amigo como é a sensação de usar absorvente. Isso realmente é o ruim de péssimo da coisa que não presta. Ouvir isso, durante o trabalho, foi assim hilário e frustrante ao mesmo tempo. Quase tive convulsões. A minha imaginação foi fértil.
Por fim, quero me cornetar um pouquinho. Sim, claro, faço isso com todo muno que está ao meu redor - e com quem não está também mas já esteve ou que nunca esteve, mas quem sabe estará. Nossa. Ufa! Os dias estão agitados e deixarei este portal as moscas por um tempo.
Nada traumático, tá?! Eu volto em breve.
Só quero adiantar um pouco meu Projeto Experimental em Comunicação, que em outras palavras nada mais é do que o meu TCC – Trabalho de Conclusão de Curso. Sim, eu não sou tão organizado assim e gostaria muito de ter o dobro de horas que tenho para bloguear, estudar, namorar, dormir, comer, passear, ler, ouvir, falar…
Enquanto não publico nada de novo por aqui, você que acessa o blog praticamente todos os dias – tá até em ‘favoritos’ que eu sei, dá uma olhada em posts anteriores também. Tem umas coisas legais, outras nem tanto. Me corneta também.
Em breve volto,
beijos.
Diálogo de Efeito
- Eu mereço ir pro inferno!
- Opa! Prazer, capeta!
Diálogo surrealista entre Angélica Tempestade e Thiago Rocioli, em rodizio pizzaiolo, na noite francana da última quinta-feira. O restante de toda a conversa está ardendo no quinto dos infernos neste momento.
Nuuuusss!
Para tudo, para tudo, para tudo, para tudo! Está acontecendo coisas impressionantes que nem mesmo os mais espertos poderiam imaginar. Acabo de chegar no trabalho e recebi a notícia que muitos (todos!) jornalistas de Franca e região gostariam de repassar à comunidade. Hoje é o dia, manow!
Lembra da “belezura” da advogada Adriana Telini? Ela é acusada por forjar o assalto a uma cliente em seu próprio escritório e envolvimento com o crime organizado. Uma ótima advogada, não? Com uma advogada dessas você nem precisa de acusação! Ela é a sua [própria] condenação.
Pois então, a ”moça” loira, alta e, devo admitir, atraente dependendo do modelito que usa, foi finalmente presa. Depois de um ano foragida da polícia de Franca, a guria foi presa em Sumaré, no interior do estado. A polícia chegou até ela após investigações em parceria com a polícia da cidade de lá.
Viva!
Tudo porque uma mulher frequentemente visitava Luciano, preso por lá e noivo de Telini. O amor pode até ser lindo, mas neste caso f*** com a advogada.
To-ma-ra que ela nãaaaaaaooooo consiga uma brecha na lei e permaneça presa.
E uma dúvida cruel que ronda em uma das redações da cidade é: de quem é esse pinto? A foto do ”objeto” masculino cobiçado pelas mulheres (às vezes não só por elas, dependendo do caso) está em amostra em uma das pastas de um conceituado profissional do meio. Ai ai ui ui ui!
E a outra lá que admitiu ser mais rodada do que pizza em rodízio? Uuuuaaaauuuu. Prefiro nem comentar, bein! Mas dizem as boas linguas que agora ela encontrou uma pessoa boa, pura, sã, que lhe dá valor e faz tudo o que ela não quer que façam – e, acredite, isso a atrai. É, cada um tem a sua forma de se relacionar com os outros.
Que coisa, não?
Agora, pior do que isso, foi a frase super de efeito que um glorioso dublador paulista, famoso por psicocoisar por onde passa, gente boa pra caralho (ui) falou ontem. O tal ser fez um trocadilho (na verdade é um trava lingua!, praticamente) com o nome de um surrealista estudante de medicina (loiro, alto, bonito, sensual e, acima de qualquer coisa, meu grande amigo!): “Matheus, metheus no mothels e depois foi embora”.
Tenta falar isso rápido.
Não, não tente. É pior ainda.
Pra finalizar, o final de semana promete. Um. Dois. Três. Quatro. Os quatro dividindo o mesmo quadrado? Mandei reforçar, inclusive, o estoque de ar-condicionados de minha casa (de shows particular). É que vai rolar uma festa neste fim de semana, que promete “tirar o fôlego”, “dar calor”, “arrepiar”.
Ai ai ai ui ui ui.
Que Meda!
Imagina a cena. Enquanto um se declara tocando bass, o outro dança com ela ao som de Pedra Letícia. Pra chamar atenção, o outro lá faz coreografias excitantes em um dos portais da residência e, o outro, de forma bem introspectiva pergunta pra guria, cochichando quase, se o contrato de experiência (an?) terminou.
Não sei de nada, não escrevi nada, você não leu nada.
Só vamos com calma, tá moçada, tem pra todos. Ela é de todos. E tem pra todas também. Hehe!
MelDels.
‘Se às vezes me escondo, em você me acho’
Minha vida
Minha história,
só fez sentido
quando te conheci.
Seus olhos
Sua face,
me levam além
do que eu pensei.
Se às vezes me escondo
em você me acho
Nem dá pra disfarçar.
Preciso dizer,
você faz muita falta.
Não há como explicar.
Foi sem você
que eu pude entender
que não é fácil viver
sem te ter.
Meu coração me diz que não,
eu não consigo viver sem você.
Sem você.
Sem você.
Frase de Efeito
“É, eu sei que o poema foi escrito pra ela. Percebi porque numa foto de vocês, ela faz um comentário justamente com um trecho do poema”, Marina Kaluf, para Thiago Rocioli, madrugada a dentro sobre o poema “Diz Que…”, escrito por ele em momento de despedida de um Amor (platônico e) Insano.
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